terça-feira, 21 de maio de 2013

A ARENA AGORA É NOSSA!

Fonte: Zero Hora, por Paulo Sant'Ana


Apesar da desclassificação do Grêmio na Libertadores, o ano de 2013 promete ainda grandes alegrias para a torcida tricolor.

É que acaba de ser concluído entre Grêmio e OAS o pacto de readequação do contrato original sobre a Arena e o Olímpico, trazendo em seu bojo grandes vantagens para os dois lados. Os documentos que celebram o entendimento estão em fase final de elaboração.

O pacto foi conduzido magistralmente pelo ângulo gremista por Fábio Koff.

Entre tantas brilhantes ideias que vão povoar o novo acordo, que será assinado por estes dias, imaginem, quase não dá para acreditar, o Grêmio terá participação também nas receitas imobiliárias do empreendimento que será erguido no local hoje ainda ocupado pelo Olímpico.

Afora isso, a obrigação que o Grêmio tem de saldar com a OAS a dívida relativa à adaptação dos direitos dos sócios gremistas à Arena, que era prevista para curto prazo, foi parcelada, e o Grêmio terá condições de saldá-la gradativamente ao longo dos próximos anos, até mesmo porque o Grêmio e a OAS se beneficiarão em conjunto com o aumento esperado do número de sócios dos 30 mil pagantes atuais para os 100 mil sócios desejados.

Pelo novo e estupendo pacto, que também incorpora as cláusulas positivas firmadas por Paulo Odone, cai por terra a afirmação de que a “Arena não é nossa” e Koff poderá agora bater no peito e proclamar: “A Arena finalmente é nossa”.

Vejam só, repito porque é importante: pelo contrato original, o Grêmio só tinha direito de rendimentos no complexo imobiliário e comercial da Arena em si. No entanto, agora o Grêmio terá também possibilidade de novas receitas no projeto imobiliário e comercial no entorno da Arena e no terreno relativo ao Olímpico a ser erguido na Azenha. Um achado, um milagre da nova negociação! Enfim, foi um entendimento do qual só saíram vencedores, não há vencidos.

Com essa novidade, recai sobre o futebol do Grêmio, seja ele comandado na beira do gramado por Luxemburgo ou qualquer outro treinador, a responsabilidade de fazer o Grêmio não só retornar aos tempos áureos das grandes vitórias e conquistas como também a de arremessar o clube para um porvir de glórias, como uma pirâmide em demanda do infinito.

Como todos os gremistas, fiquei arrasado com o resultado obtido na Colômbia. Mas a notícia dessa repactuação injetou-me um sopro no coração e passo a alimentar notáveis esperanças nunca antes cogitadas.

Por essas coisas é que foi resolvido que o Grêmio se cognominaria de “imortal”. Imortal, no caso, quer dizer que das cinzas do Olímpico e do contrato com a OAS ressurge agora um Grêmio prometedor e profundamente alentado.

Fatalmente, não há outro caminho a ser trilhado pelo Grêmio, por esse horizonte aberto pela repactuação, que não seja o do esplendor tricolor mais próximo do que se pode imaginar.

Hosanas, Arena! Tu serás o templo de remissão!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

VAGAS PARA HERÓIS E SÁBIOS


TRIBUNA LIVRE

Curioso o comportamento da mídia esportiva nacional, ante a participação e a desclassificação do Grêmio na Libertadores.
Desde o inicio, muito antes mesmo do fracasso, éramos o Patinho Feio entre os seis outros brasileiros na competição. Algo que simplesmente se confirmou agora.
Com efeito, se se pode creditar esse desprezo à histórica subestimação das nossas conquistas – inclusive as do nosso TA - por preconceitos regionais, não é menos verdade que isso também se deu pela irrelevância de nossa história recente no concerto hierárquico do futebol gaúcho e brasileiro. 
Tanto o desempenho na disputa, quanto a contundência (para nós) da derrota passaram quase despercebidos pelos grandes meios de comunicação nacional. Como se já soubessem que não íamos chegar a lugar algum, reduzidos à condição de meros figurantes da cena continental, talvez até penetras nela.
Seguramente, isso se deve aos sucessivos e extensos fracassos em que incidimos nestes últimos e intermináveis anos. Não é, pois, por causa do Santa Fé que ficamos menores, mas porque vimos, há muito, cultuando valores, desportivos, patrimoniais, institucionais, políticos e sociais divorciados da efetividade, da racionalidade e da modernidade na administração daquilo que realmente tem importância: o jogo da bola. Interesses outros, que não o futebol, levaram, por tempo demasiado, nossa atenção para outros escaninhos, dispensáveis, desnecessários e de dificil alcance.
O clube Grêmio não nasceu para fazer negócios , para discutir com Bombeiros, para suplicar licenças, para cultivar gramados, para esconder contratos, enquanto sufoca-se para emergir de divisões inferiores, apelando para o esotérico e o elegendo como um ícone de sua existência. 
Uma das primeiras coisas a fazer, no dia seguinte dessa nova patacoada, seria nós, gremistas, nos metamorfosearmos em iconoclastas e, de uma vez, queimássemos em praça pública essa ficção da “Imortalidade”. 
Chega desse Mundo de Alice. 
Os que tinham a ganhar com isso já o fizeram. 
Que se vão, pra gente começar de novo. 
Não vão ser cobrados. 
Apenas, deixem-nos em paz. 
Levem consigo suas quimeras e as ilusões que nos plantaram. 
Só um pedido: não voltem.
O que sobra de tudo, por enquanto, é o pior que poderia ocorrer: não o desespero, nem a tristeza, mas a indiferença. 
É como se nós, a exemplo da imprensa nacional, já soubéssemos, desde o inicio, que não ia dar certo e, por isso, nos prevenimos para não sofrer. 
Morte anunciada. 
Dispensa-se exéquias. 
Nem vergonha sobrou.
Há vagas para heróis e sábios, no Olímpico, que , graças a Deus, ainda é nosso (até quando?).
Quem se habilita?

Antonio Carlos de Azambuja (Cacaio)
Sócio Patrimonial Remido 
Membro do CD do Grêmio

DEU LUXA

TRIBUNA LIVRE

No final do ano passado escrevi aqui mesmo, que o nosso técnico pela arrogância e enrolação aos gaúchos, não passaria de junho deste ano.
Acho que não irei me enganar!
Este ano, em março, escrevi, ATÉ QUANDO LUXENBURGO?
As atuações do ano de 2013, com exceção de 3x0 no Flu e 4x1 no Caracas, foram TODAS, uma vergonha.
Sem tática, sem posicionamento, sem jogadas, parecia um bando de tontos jogando não sei o que... menos um futebol razoável.
Empatamos com o Passo Fundo, ganhamos do Cerâmica com um gol contra, perdemos para o Cruzeiro. Tudo dentro do nosso campo.
Sem contar que tivemos que disputar com o Juventude no campo deles porque não ganhamos a partida anterior.
Perdemos para o Huachipatto, que ninguém sabe quem é.
Enfim nas últimas 9 partidas ganhamos duas e empatamos o resto.
Estou falando também  de Gauchão, com times que, com todo o respeito, subiram o ano passado da segunda.
Em todas as partidas a mesma desculpa:
- "Eu sei e garanto que nós estamos no caminho certo".
E agora quem está de vacaciones?
Qualquer criança com pouquíssimos neurônios sabia que o Santa Fé faria um gol. Vaticinei na última quarta feira, no almoço de nosso Movimento, que se não fizéssemos um gol, voltaríamos desclassificados. E deu no que deu.
Um esquema covarde, tática ridícula, atuação irreconhecível. Esperar o adversário 90 minutos numa defesa furada, tomando janelinha na pequena área, com um lateral direito que só agrada uma pessoa (o próprio técnico), que não se cansa de dizer que ele é o termômetro do Grêmio e se ele for mal tudo vai mal. Então é isto.
Desde que este moço chegou e foi para a lateral esquerda, escrevi:
- “Baixinho, ruim e destro, jogando na lateral esquerda”.
É demais, ele pega a bola e simplesmente não sabe o que fazer com ela. Atrasa para a zaga que dá um balão para o adversário. Jogou todas as partidas na esquerda, na direita e só não jogou no gol porque nenhum goleiro se machucou, senão jogaria no gol. Podem ter certeza!
E na hora do sufoco... tem que sacrificar alguém. Tira o Barcos para entrar o Wellito, que é outra mala que não convence ninguém. O Cleber entrou faltando 8 minutos, participou de 4 jogadas, uma passou para o adversário e três fez falta por trás (rotina).
Mas o que há? Perguntam todos.
Óbvio que ele criou um clima péssimo no vestiário. Na minha opinião, há um BOICOTE PARA A DERROCADA DELE. Infelizmente, senão ele não pede para sair.
Quando toda a nação tricolor, com raríssimas exceções, praticamente encostou o Presidente KOFF na parede, para renovar com ele, e ele levou mais de 20 dias para resolver, sabíamos que tinha algo estranho neste ANGÚ, que depois apareceu. O KOFF sabia e não falou.
Dois anos de contrato, multas pesadíssimas e prêmios vultosos, que acho que nem a Instituição Grêmio ganharia.
Mas a pressão foi tanta, inclusive dos amiguinhos dele da imprensa, que praticamente exigiram a renovação.
Agora a verdade apareceu, e de volta a NAÇÃO TEM QUE EXIGIR O CONTRÁRIO, DEUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU.
Disputou 7 campeonatos, e não foi a final de NENHUM, PODE?
Quatro taças do Gauchão e NADA, nem FINAL?
Pega o teu jatinho de 10 lugares, e acho que é pouco, e entra, coloca os teus bruxinhos, Pará, Cris, Tony, Rondinelli, Fábio Aurélio, Wellito, Marco Antonio e ainda sobra uns  lugares, pois tem mais gente, não esquece os pilotos e vão de "vacaciones" pescar até o fim do ano no Paraguai.
Cansamos de sofrer contigo! O que conseguiste?
Uma pré-libertadores, porque não conseguiste ganhar "deles" com 9?
Isto o Renato (a quem eu acho que não é treinador) também conseguiu e sabes com quem? Clementino, Lins , Viçosa e Adilson. Então, que mérito tem isto?
Quanto custou todos estes dias na Colômbia? Com 48 pessoas, eu disse 48 pessoas, e segundo a crônica tinha até fotógrafo. Quem vai pagar isto?
Dois dias depois da catástrofe, ele falou:
- “Estou chateado por não poder fazer nada lá de cima.”
Mais uma! Deve ser a ÚLTIMA.
Como disse um conselheiro gremista, SÓ RINDO MESMO.

Zilmar Moussalle
Sócio do Grêmio
Membro do MGAT

CRONICA DE UMA MORTE ANUNCIADA


CRONICA DE UMA MORTE ANUNCIADA E A POSSÍVEL RESSURREIÇÃO

TRIBUNA LIVRE

- “Interessante esta estatística da RG, quando viajou no dia na altitude ganhou, sempre que viajou antes perdeu. Hummmmmmmmmmm”... 04/05/2013
- “Um time não pode desprezar um adversário, mas tem que entrar em campo dizendo que vai ganhar. É simples assim. Quem teme, perde!”... 13/05/2012
- “Ontem o Newell's old boys deu uma lição de como jogar em ambiente hostil e com placar adverso. Espero do meu GRÊMIO a mesma atitude”... 16/05/2013

Esses três twitters foram publicados por mim em @GremioAT, nas dias 04, 13 e 16 de maio de 2013, respectivamente. 
E por quê? Porque há dias eu vinha lendo e escutando sobre a preparação que o Grêmio estava desenvolvendo em Bogotá para enfrentar o “famoso” Santa Fé... E, a cada dia que passava, ficava em mim um sentimento de que o Grêmio não iria realizar uma boa partida e o mais grave, estava com medo!
Foi o que todos nós vimos; um time que se apequenou durante oitenta minutos e quando pensou em reagir, ir para cima, deixar de ter medo, fez uma pressão que poderia ter resultado na classificação. Acho que cairíamos no próximo adversário, até porque, iríamos repetir o mesmo erro e a pré-temporada  para jogar em CUSCO (3400m de altitude) teria ainda maior sangria de recursos financeiros (que são parcos neste momento) ...  
Sim, não tem como justificar QUARENTA E NOVE (49) pessoas numa delegação (segundo dados fornecidos pela imprensa), para fazer uma preparação (que mostra a estatística - vide twitter de 04/05) para jogar na altitude não tem dado certo para nós, GRÊMIO.
Desde que Luxemburgo assumiu a equipe do Grêmio, o que mais se escuta após insucessos, é um discurso com desculpas de toda ordem - gramado, falta de conjunto, pouco tempo para trabalhar, jogadores recém chegados, etc...
O que ele nunca admite é a falta de trabalho, de esquema e o modelo de jogo (princípios e sub-princípios). 
Mas exigir de Luxa este tipo de coisa é não conhecer o profissional que ele se tornou, após consagrado em diversas equipes, diga-se de passagem, recheadas de craques.
Luxa parou no tempo, ficou rico - tem dois aviões - um inclusive emprestou ao Grêmio e foi junto ao sorteio da chaves da libertadores... 
Não se aprimorou mais, não acompanha adversários (foi perguntar a um auxiliar no dia como jogava um deles) e não usa metodologia nenhuma para treinar (até porque não tem esquema e nem modelo). Vive das glórias do passado e acha que sempre ali adiante o time vai dar uma resposta satisfatória, o que não acontece (só esporadicamente) porque os jogadores não treinam a forma de jogar.
Nós fomos embretados por um apelo enorme da torcida no “fica Luxemburgo” e agora, haja dinheiro para nos livrarmos deste brete.
O GRÊMIO precisa urgente de um choque de gestão no futebol, voltar a ser o GRÊMIO aguerrido e forte, com  maior número de jogadores oriundos das categorias de base, com jogadores vencedores, e no mínimo, dois grandes lideres dentro de campo e que o treinador dos Profissionais seja o mentor do esquema e modelo de jogo a ser adotado em todas as categorias. 
Só assim, poderemos ter esperança de voltarmos a ser grandes novamente. 
O pensamento mágico de que grito e indignação servem para resolver nosso problema, definitivamente tem que ser esquecido. 
O negócio é filosofia, metodologia, trabalho e mais trabalho...

Paulo Deitos
Sócio do Grêmio
Membro do MGAT

sexta-feira, 17 de maio de 2013

E O SONHO ACABOU...


TRIBUNA LIVRE

O sonho do tri acabou.
Ganhar ou perder é do jogo.
Por melhor que as equipes se preparem para um campeonato uma coisa é certa: no final, apenas um será campeão. 
A glória de vencer só existe pela possibilidade da derrota. 
Tudo isso, sabidamente, faz parte do futebol.
A derrota de ontem, no entanto, me deixou um sabor muito amargo. 
Perdemos pequenos, sem nunca termos mostrado o que viemos fazer nesta Copa Libertadores. 
As grandes atuações, como a vitória por 3x0 contra o Fluminense, foram a exceção e não a regra.
No Grêmio deste ano tudo parece grande; o plantel milionário, o técnico consagrado e experiente, o enorme estádio Arena de padrão europeu, a imensa torcida empolgada e esperançosa, a tradição e a camiseta de um time copeiro... 
Menos o futebol que é a razão de tudo; esse está cada vez menor. 
Sim, devemos admitir que faltou mostrar futebol compatível com todos os predicados mencionados. 
O super time que foi montado, na prática, nunca apareceu; parece contido, acanhado. 
A Ferrari andou sempre com o freio de mão puxado. 
A promessa do time estourar uma vez que entrosasse, ficou sendo apenas isso... Uma promessa. 
Não há mais tempo para nada. 
O sonho acabou.
Estamos fora. 
A prioridade do ano, que justificou os enormes investimentos na montagem do plantel de jogadores, e a desistência do campeonato gaúcho, entre outras renúncias; a grande competição para ser celebrada no palco de luxo da Arena terminou para nós, sem pena nem glória.
E quem nos desclassificou? Outro super time? Uma equipe sulamericana de grande tradição? 
Não quero desfazer da equipe do Santa Fé, que teve seus méritos, conquistando com justiça sua passagem à semifinal; mas a verdade é que nada, a não ser a boa campanha da primeira fase e a imprevisibilidade do futebol, fazia crer que este seria um adversário à altura do Grêmio na fase de mata-mata. 
Um time modesto, sem estrelas, nenhum esquema tático mirabolante, muito menos tradição internacional. 
O próprio estádio é menor que o Olímpico de antigamente, sem o anel superior.
De impressionante, apenas a enorme bandeira cobrindo a arquibancada e a própria torcida no intervalo com os dizeres ufanistas "La Fuerza de un Pueblo" (A Força de um Povo). 
Tão grande seria essa força, capaz de neutralizar o favoritismo do tricolor gaúcho?
Sem querer retirar méritos do adversário nem fazer objeções à justa comemoração de sua apaixonada e barulhenta torcida, mas lambendo as próprias feridas do alto de meu gremismo, que está de luto por mais este fracasso, me atrevo a afirmar que o Grêmio não fez a sua parte. 
O Grêmio perdeu para sí mesmo, antes que o Santa Fé se atrevesse a contrariar as previsões. 
O Grêmio foi despretensioso, pequeno, diante de um adversário sabidamente limitado. 
Aferrado a uma vantagem mínima, o Grêmio apostou todas suas fichas no empate, como quem enfrentasse um Barcelona. 
Noventa minutos rezando para o modesto time do Santa Fé não conseguir fazer um golzinho; dando balão, chutando a bola para o lateral, deixando o Barcos isolado no ataque ou chamando-o de volta para ajudar a defesa... 
Teve bola no poste, milagres do Dida, mas o esquema covarde montado para a partida desenhou a crônica da morte anunciada. 
Noventa minutos é uma eternidade para um time que praticamente só se defende... Uma hora a bola entra, como entrou. 
E bastava que uma bola entrasse para desmanchar a exígua vantagem que o Grêmio trouxe de Porto Alegre. 
A partir daí restaram poucos minutos para o Grêmio fazer exatamente aquilo de que abdicou durante o jogo inteiro: atacar, tentar o gol. 
O time adversário era tão frágil, que nosso gol não saiu por um detalhe no pouco tempo em que o Grêmio, por pura necessidade, lançou-se desesperado ao ataque. 
Mais uma prova do crasso equívoco estratégico. 
Tivesse sido do seu tamanho, me arrisco a dizer que o Grêmio teria vencido a partida. 
Mas esse Grêmio pequeno que se apresentou no El Campín não pode ganhar de ninguém, muito menos conquistar um título como a Libertadores.
Não quero ser comentarista de resultados. O resultado de ontem, de fato, poderia ter sido outro, por essas coisas do futebol. 
Se o Santa Fé não fizesse aquele gol, ou se a arbitragem tivesse visto e marcado o impedimento milimétrico do jogador que fez a tabela para a jogada fatal... 
Se o Vargas tivesse convertido aquela derradeira chance nos descontos, sem goleiro... 
Se, se, se... Poderíamos, sim, estar comemorando... 
Mas sempre com o "rabo entre as pernas", sem que o Grêmio jamais tivesse nos mostrado as credenciais de um time com cara de campeão. 
Nem rebeldia mostramos; marchamos e pronto, ao natural. 
Até os discursos na saída de campo pareciam chochos. 
Os jogadores estavam tristes, sim, mas conformados. 
Abatidos, mas não indignados ou surpresos. 
Podem até não admitir, mas eles são os primeiros conscientes de que o time não está jogando bem. 
Talvez o Santa Fé tenha até nos feito um favor ao interromper o sonho nas oitavas, nos poupando de um vexame ali adiante contra um adversário mais qualificado.
O fato concreto é que o Grêmio não está jogando nada há um bom tempo e nosso técnico parece indolente e, como um encantador de serpentes, vem driblando a realidade com sua grande capacidade mediática. 
Seu talento de "showman" é o único que tem aparecido ultimamente. 
Sua capacidade como técnico, da qual ninguém duvida, há muito não dá o ar da graça. 
Podemos até debater as causas disso; se é desmotivação, o conforto de um excelente contrato com o clube, ou qualquer outro motivo. 
Só não podemos negar que seu trabalho não está correspondendo às nossas expectativas.
Enfim, nosso principal objetivo do ano foi embora pelo ralo na fria noite de ontem. 
Nos resta esperar pelas mudanças que permitam salvar o ano e nos devolver o sonho de ver um Grêmio jogando com cara de Grêmio, do qual temos visto, quando muito, alguns lampejos.
Um abraço a todos e viva o Grêmio!!!

Alejandro Miguel Sánchez
Sócio do Grêmio
Membro do MGAT

HORA DE JUNTAR OS CACOS


ACONTECEU SANTA FÉ  1  X  0  GRÊMIO

Aconteceu o esperado e MERECIDO, para um time que entrou em campo buscando no máximo o 0 x 0.
O jogo começou muito corrido com o tricolor  rifando muito a bola, fazendo ligação direta com chutões em direção ao Barcos e ao Vargas. 
Aos poucos colocamos a bola no chão e fomos ditando o ritmo da partida, mas como de costume sem pressa nenhuma.
Como já era previsto, o juiz aplicou muitos cartões.
Acho que ficou até barato para o Zé Roberto, visto que era um lance de meio de campo onde ele poderia ter sido expulso!
Um típico jogo de libertadores, com muita pegada, catimba e decidido nos detalhes.
O segundo tempo começou no mesmo andamento da primeira etapa.
Aos 20 minutos o DIDA foi incrível, fez duas grandes defesas no mesmo lance, é um jogador muito concentrado e focado na partida, não sente a pressão.
Aos 35 minutos do segundo a zaga falhou... e levamos o gol que nos tirou o sonho de sermos campeões da Libertadores.
Pagamos esse preço por sermos tão COVARDES, característica que relata bem o estilo do nosso comandante LUXEMBURGO, que anda correndo, fugindo  e caindo pelos estádios afora.
A desculpa do treinador já vem de antes da partida, falta tempo para encaixar a equipe.
O GRÊMIO vai FALIR esperando isso acontecer, pois são  R$ 17 milhões ao mês de folha de pagamentos, com os encargos.
Mais uma vez fomos eliminados por uma equipe inferior tecnicamente, já havia acontecido contra o Palmeiras, Juventude e agora Santa Fé. 
Agora nos resta JUNTAR OS CACOS e buscar o titulo do brasileiro.

Fabio Jacobsen
Membro do MGAT

quinta-feira, 16 de maio de 2013

RUMO À VITÓRIA





Hoje é o dia de vestir a camisa, preparar o amuleto e se unir a NAÇÃO TRICOLOR.
Juntos, a partir das 22h30m vamos... TORCER. TORCER e TORCER pela VITÓRIA!! 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

KOFF DECLARA "NÃO ENTREGA O OLÍMPICO"

Em seu programa na Rádio Bandeirantes João Garcia disse que:

- PRESIDENTE KOFF DECLARA QUE SÓ ENTREGA O OLÍMPICO SE FOR REFORMULADO O CONTRATO COM A OAS.

O MGAT sempre afirmou que este contrato é unilateral e beneficia apenas uma das partes, no caso a OAS. Durante os últimos anos fizemos pesquisas e reunimos evidências que comprovam as falhas contratuais.  Gladimir Chiele, advogado, integrante do MGAT entregou ao nosso Presidente Fabio Koff, um estudo sobre o "negócio Arena". Esse estudo está sendo utilizado como base pela atual consultoria contratada pelo Clube.

terça-feira, 14 de maio de 2013

COMEÇA A VISTORIA DA ARENA


Fonte: www.correiodopovo.com.br - por Hiltor Mombach em 14 de maio de 2013 - Esportes

Começaram os trabalhos de vistoria da Arena.
Três empresas estão realizando um levantamento sobre a obra da OAS.
Depois que todas derem OK, haverá troca de chaves.
Isto deve demorar no mínimo 40 dias.
Este blogueiro ouviu de uma das partes que há coisas muito boas na Arena e outras que merecerão reparos. Elogios para a cobertura do estádio, uma das mais modernas do mundo.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

PARABÉNS AO "PODEROSO CHEFÃO"

Acervo MGAT


Hoje o Dr. Fábio Koff completa 82 anos. Nascido na Serra Gaúcha cultiva o amor pelo Grêmio desde seus 6 anos de idade.

Em 1982, foi eleito pela primeira vez Presidente do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, no ano seguinte, a reeleição. Ano glorioso conhecido como "O Ano Azul”. Ainda Presidiu o clube por mais 4 anos entre 1993 e 1996 e assumiu novamente o compromisso com a Presidência nesse biênio 2013/2014.

Koff e Hélio Dourado, patrono do MGAT, são considerados os dois maiores dirigentes do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.  

O MGAT parabeniza “O Poderoso Chefão”, e deseja que frente ao nosso CLUBE garanta grandes conquistas.